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Quem sou eu…

Ângela Barnabé

Nascida na cidade de Lisboa, no dia 28 de janeiro de 1996, tornou-se numa missionária da nova era. Jovem de coragem e inteligência invulgar; exemplo de determinação e abnegação, não hesita em escolher ser feliz, em vez de percorrer os profundos trilhos traçados por décadas por manadas, no processo de desbaste e formatação. Por “coincidências” cósmicas conheceu alguém que a convidou a participar na construção da “nova família”, a sociedade da nova era. Sem vacilar, convicta que encontrara a porta da liberdade seguiu por um caminho que apesar de pouco percorrido, a realiza a cada instante, preenchendo-a de alegria e amor. Apesar da aparente psicose em que o mundo moderno está submerso, Ângela Barnabé é a certeza que o mundo possui uma juventude generosa e altruísta, pronta a garantir um futuro promissor. Discípula modelar; criadora consciente da sua própria realidade, abraçou a missão de partilhar com os jovens de todo mundo, a sua experiência.

Palestras

“Miopia: uma visão distorcida da realidade”

Apesar das minhas tentativas para ver a vida de uma forma diferente, conceitos obsoletos toldavam a minha visão.

O medo, a insegurança e a dúvida formavam  uma lente espessa, que a pouco e pouco foi distorcendo a minha visão da realidade, criando sempre mais do mesmo.

Como podia eu clarear a minha visão e libertar-me da bolha que me impedia de sentir a vida?

Mudança, confiança e segurança são as chaves para recuperar a clareza total.

 

 

“Não fui para a Universidade. E agora?”

 

Eu decidi não ir para a universidade. Esta decisão não foi tomada de ânimo leve, foi algo que tive que sentir.

Não fiquei, no entanto, em casa sem fazer nada, nem arranjei um emprego apenas pelo dinheiro. Fui atrás de algo que eu acreditava; algo arriscado, que me dava medo, mas que me apaixonava.

Quando tomei a decisão de não ir para a universidade, achei que talvez um dia me arrependeria. Que iria olhar para trás e pensar: quem me dera ter ido. Mas isso, ao longo destes quatro anos nunca aconteceu.

Hoje, estou a criar um projeto que me apaixona, após 4 anos de experiência e aprendizagem.

Pode haver quem acredite que a universidade dê uma vida melhor, mas eu não acreditava e ainda hoje não acredito isso.

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